Proposta
Gestão de risco em IA
Quase toda empresa tem mais inteligência artificial rodando do que imagina: a ferramenta que uma área assinou sozinha, o recurso que veio embutido num sistema já contratado, o assistente que alguém plugou no processo. Levantamos tudo, classificamos por risco e montamos o plano de tratamento, seguindo as referências de mercado para risco em IA. O inventário sozinho já costuma ser a parte mais reveladora.
Nesta página não aparece preço. Aparece escopo: o que fazemos, como executamos, quem executa e o que não está incluso. Quem lê o seu pedido é o time que vai te atender, e ele volta com a proposta e com tempo para conversar sobre ela.
Gestão de risco em IA
Primeiro descubra quanta IA já existe na sua empresa.
Como executamos
Em que consiste este trabalho
Quase toda empresa tem mais inteligência artificial rodando do que imagina: a ferramenta que uma área assinou sozinha, o recurso que veio embutido num sistema já contratado, o assistente que alguém plugou num processo. Levantamos tudo isso, classificamos cada sistema por risco e montamos o plano de tratamento, seguindo as referências de mercado para risco em IA.
O inventário sai de conversa, não de varredura técnica. Cruzamos contratos, acessos e o que as áreas contam do próprio dia a dia, porque é assim que aparece o uso que ninguém aprovou. Cada sistema encontrado entra na faixa de risco aplicável a partir do que ele de fato decide.
Para isso, precisamos de acesso às áreas de negócio, a quem contrata software e à relação de sistemas em uso. Você recebe o inventário completo, a classificação por sistema e, conforme a modalidade, a matriz de risco com o impacto sobre quem é afetado e a avaliação de impacto algorítmico dos sistemas de maior risco.
As modalidades mudam o destino do trabalho. O inventário sozinho é o retrato de partida, e costuma ser a parte mais reveladora. A avaliação de risco transforma o retrato em plano priorizado. O programa completo monta a estrutura que impede o inventário de envelhecer: política de uso, critério para aprovar sistema novo, treinamento e comitê periódico.
Como conduzimos, etapa por etapa
Entrevistas
Conversamos com TI, segurança e áreas de negócio. Documento diz o que deveria acontecer; a entrevista diz o que acontece.
Inventário dos sistemas de IA
Levantamos o que existe, inclusive o que veio embutido num sistema já contratado e o que alguma área assinou sem passar por ninguém.
Classificação de risco
Enquadramos cada sistema na faixa aplicável a partir do que ele decide, e não do que gostaríamos que ele fosse.
Avaliação de risco
Para cada sistema, perguntamos o que pode dar errado, para quem e com que gravidade, e registramos a resposta com o critério aberto. É daqui que saem a matriz de risco e a ordem do tratamento.
Diagnóstico de lacunas
Comparamos o que existe hoje com o que a referência exige, item a item, e classificamos cada lacuna por risco e por esforço de correção. O resultado sai em ordem de ataque: o que fazer primeiro e por quê, em vez de um inventário de tudo que está errado.
O que não está incluso
- Bloqueio técnico de ferramentas de IA no ambiente, que é operação de segurança
- Auditoria técnica de viés e explicabilidade, que é serviço próprio e mais fundo
- Desenvolvimento de modelos ou escolha de fornecedor de IA, decisões que são do seu negócio
- A execução do plano de tratamento dentro dos sistemas, que fica com o dono de cada um: priorizamos e cobramos, quem mexe no sistema é quem responde por ele
- A adequação regulatória completa ao regulamento europeu ou ao texto brasileiro, que é o serviço de conformidade regulatória
- A renegociação ou rescisão de contratos com fornecedores de IA apontados como risco, que é decisão sua com compras e jurídico
- Licenças de ferramentas de descoberta ou de monitoramento de modelos, que ficam por sua conta
Costuma vir junto
Não é pacote e não muda o que você já escolheu. É o que costuma aparecer logo depois, na experiência de quem já passou por isso.